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23 Julho 2014

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Prisão preventiva por atear fogos na Sertã


Polícia Judiciária refere que este ano já identificou e deteve 30 pessoas pela autoria do crime de incêndio florestal.

A medida mais grave de coação, a prisão preventiva, foi aplicada a um homem detido na Sertã por suspeita de provocar três incêndios florestais, anunciou esta terça-feira a Polícia Judiciária (PJ). Aquela força policial, através da Diretoria do Centro, refere em comunicado que o suspeito, "num quadro de alcoolismo e usando chama direta, iniciou três focos de incêndio florestal", os quais não atingiram grande dimensão por terem sido de imediato combatidos pelos bombeiros. Com a colaboração dos bombeiros da Sertã, a PJ conseguiu deter o suspeito, um homem de 49 anos, agricultor de profissão. Os fogos ocorreram no dia 9 de junho deste ano e em "datas ainda não determinadas do verão de 2013". O detido ficará em prisão preventiva a aguardar julgamento.

Fonte: JN

22 Julho 2014

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Acidente de miniautocarro mata cinco crianças


Seis pessoas, entre as quais cinco crianças, morreram hoje num choque entre um miniautocarro e um camião, numa estrada secundária a sudeste da cidade francesa de Troyes, no nordeste do país, indicou à AFP o procurador local, Alex Perrin. Segundo as autoridades locais, outras cinco pessoas ficaram feridas.

Nove membros de uma associação desportiva seguiam no miniautocarro: sete crianças, entre os 10 e os 12 anos, uma animadora e o condutor, de acordo com a AFP.

"O miniautocarro desviou-se literalmente para a esquerda, segundo o testemunho de um automobilista que o seguia", declarou à AFP fonte próxima do inquérito conduzido pelas autoridades, que não exclui que o condutor tenha sido vítima de doença súbita ou tenha adormecido ao volante.

De acordo com a BBC, o Presidente francês, François Hollande, já deu conta, em comunicado oficial, da "grande tristeza" causada pelo acidente. O ministro do Interior, Bernard Cazeneuve, e o secretário de Estado dos Transportes, Frédéric Cuviller, são esperados no local.

Segundo o jornal regional 'L'Est Éclair', os passageiros do miniautocarro regressavam à cidade de Nangis (entre Paris e Troyes), depois de um passeio à floresta.

Fonte: DN

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Nunca tinha havido um Junho tão quente desde que há registo

O mês passado foi Junho mais quente desde que começaram os registos das temperaturas, em 1880, indicou esta segunda-feira a agência norte-americana para os Oceanos e a Atmosfera (NOAA, na sigla inglesa).  
 
A temperatura média combinada da superfície dos solos e dos oceanos atingiu em Junho os 16,22 graus celsius , o que representa 0,72 graus acima da média deste mês no século XX, superando o último máximo de Junho, que fora estabelecido em 2010.  
 
"A maior parte do planeta enfrenta temperaturas médias mensais superiores à média, com recordes de calor nas regiões do sudeste da Gronelândia, no norte da América do Sul ou ainda das zonas do este e centro de África, bem como das partes do sul e sudeste da Ásia", especificou a NOAA, em comunicado.
 
A última vez que a temperatura num mês de Junho foi inferior à média do mês do século XX foi em 1976.

A temperatura da superfície dos oceanos registou em Junho último o valor mais alto desde sempre, batendo o recorde, que datava de 1998, salienta a NOAA. 
 
Os gelos do Árctico derreteram mais do que era habitual em Junho, caindo para um nível inferior em 0,5% à média do período 1981-2010.

Fonte: RR

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Máximas chegam aos 37 graus, risco muito elevado de incêndio em 15 concelhos

Quinze concelhos dos distritos de Faro, Setúbal, Santarém, Guarda, Portalegre e Castelo Branco apresentam hoje risco muito elevado de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

De acordo com informação disponibilizada pelo IPMA às 06:00, os concelhos  de Monchique, Portimão, Alcoutim (Faro), Grândola (Setúbal), Portalegre,  Castelo de Vide e Marvão (Portalegre), Mação e Sardoal (Santarém), Vila  de Rei, Proença-a-Nova, Oleiros, Covilhã e Belmonte (Castelo Branco) e Sabugal  (Guarda) estão hoje em risco muito elevado de incêndio. 

O IPMA colocou ainda vários concelhos dos distritos de Faro, Évora,  Beja, Setúbal, Portalegre, Castelo Branco, Santarém, Coimbra, Guarda, Bragança,  Viseu e Vila Real em risco elevado de incêndio. 
 
O risco de incêndio determinado pelo IPMA engloba cinco níveis, variando  entre reduzido e máximo. 
 
O cálculo é feito com base nos valores observados às 13:00 de cada dia  relativamente à temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento  e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas. 
 
A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) registou no domingo 31  incêndios que foram combatidos por 785 bombeiros, com o apoio de 205 veículos.
 
O IPMA prevê para hoje no continente céu pouco nublado ou limpo, apresentando-se  geralmente muito nublado no litoral a norte do Cabo Raso até ao final da  manhã e para o final do dia. 
 
Prevê-se também vento em geral fraco do quadrante norte, soprando moderado  em especial durante a tarde, de noroeste no litoral oeste a sul do Cabo  Carvoeiro e de sudoeste na costa sul do Algarve. 
 
Nas terras altas do interior Norte, o vento vai soprar moderado a forte  de nordeste durante a noite e manhã. 
 
A previsão aponta ainda para neblina ou nevoeiro matinal em alguns locais  do litoral a norte do Cabo Raso e pequena subida de temperatura, em especial  da mínima e nas regiões do interior. 
 
Na Madeira prevêem-se períodos de céu muito nublado, aguaceiros fracos,  em especial nas vertentes norte e vento em geral fraco do quadrante norte,  tornando-se gradualmente moderado. 
 
Para os Açores, prevêem-se períodos céu muito nublado com boas abertas,  por vezes pouco nublado para a tarde, aguaceiros e vento norte moderado.
 
Quanto às temperaturas, em Lisboa prevê-se uma máxima de 29 graus Celsius,  no Porto 25, Faro 28, Évora e Beja 37, Castelo Branco 35, Portalegre 34,  Braga, Bragança e Vila Real 32, Viseu 31, Guarda 28, Coimbra 29, Funchal  27 e Ponta Delgada, Angra do Heroísmo e Santa Cruz das Flores 24. 
 
     
Lusa

21 Julho 2014

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Humidade deste Verão faz diminuir número de incêndios

A Liga de Bombeiros e a Associação dos Bombeiros Profissionais atribuíram à chuva a responsabilidade pela redução do número de incêndios neste Verão, mas admitem que o aumento dos meios de combate também ajuda.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Liga Portuguesa de Bombeiros (LPB), Jaime Soares, disse que este verão tem sido "muito fraco" em termos de calor e isso tem contribuído para o registo de menos incêndios.

"Este verão ainda 'não existe', pois temos tido muitos períodos de chuva e de humidade e esta é uma das melhores armas [de combate aos fogos]. O S. Pedro é o melhor bombeiro que nós temos", realçou.

No entender de Jaime Soares, também o aumento dos meios de combate veio favorecer a situação.

"Houve um aumento dos meios humanos, materiais e de equipamentos a que não estávamos habituados. Há muito mais organização do que no ano passado", disse.

Jaime Soares criticou, no entanto, a falta de prevenção através da limpeza de terrenos, uma lacuna antiga que urge ser resolvida.

"Continua mal. (...) isto é um problema cultural de fundo e que não se resolve de um dia para o outro. Há zonas do interior que é difícil resolver, uma vez que os terrenos na sua maioria pertencem a idosos que não têm nem dinheiro para a limpeza, nem têm condições físicas para o fazer", disse.

Também o presidente da Associação Nacional dos Bombeiros Profissionais (ANBP), Fernando Curto, disse à Lusa que o estado do tempo tem favorecido o registo de menor número de fogos.

"O tempo é um factor muito importante nestes processos. Temos tido um verão quase de inverno e isso tem vindo a favorecer a situação", salientou.

Apesar disso, Fernando Curto considera que não "há motivos para grandes festejos" e lembrou que na semana passada um bombeiro ficou ferido com gravidade e outros três sofreram ferimentos ligeiros no combate a um incêndio em Cortiços, Macedo de Cavaleiros.

Fernando Curto disse ainda que estas situações relacionadas com o tempo são enganosas, uma vez que muitas vezes o calor vem fora de época.

"Se há muito calor temos incêndios antes do tempo, se não há vão acontecer depois do tempo, prolongando a época. Na minha opinião, continua a faltar uma reforma estrutural de tudo o que tem a ver com os incêndios: uma maior profissionalização, formação organização dos bombeiros", disse.

O responsável salientou ainda que a "culpa está na falta de prevenção" de incêndios e de investimentos.

"Não há uma situação estrutural de prevenção municipal, do Estado e do cidadão. Se o Estado não cuida como o cidadão pode fazer. Há também um investimento maior no combate do que na prevenção e enquanto isso acontecer estaremos sempre sujeitos às catástrofes que são os incêndios florestais em Portugal", disse.

No dia 1 de Julho teve início a época mais crítica em incêndios florestais com um dispositivo de combate reforçado este ano com mais 250 bombeiros e quatro meios aéreos, em relação a 2013.

De acordo com dados da Autoridade Nacional de Protecção Civil, desde o dia 1 de Julho registaram-se mais de 750 incêndios.

Lusa/SOL

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Governo: Risco da actividade dos bombeiros pode ser menorizado

O secretário de Estado da Administração Interna, João Almeida, defendeu hoje que os riscos inerentes à actividade dos bombeiros não podem ser eliminados, mas podem ser menorizados com a aposta na qualificação e melhoria dos equipamentos e comunicações.

"A actividade dos bombeiros é de risco e este não pode ser eliminado, mas pode ser menorizado. O risco não pode ser evitado, mas pode e deve ser combatido com medidas claras", sustentou.

Numa cerimónia de homenagem aos bombeiros da corporação de Carregal do Sal mortos e feridos no combate às chamas do Verão de 2013, o representante do Governo sublinhou que o melhor tributo é evitar que este tipo de situações volte a acontecer.

"É por isso que temos trabalhado, no sentido de aprofundarmos a formação: ter mais formação e com mais qualidade, ter mais treino com mais qualidade, melhores equipamentos de protecção, melhores comunicações e condições no terreno para que os bombeiros desempenhem com mais segurança a sua missão", apontou.

João Almeida sustenta ser necessária "uma melhor estabilidade em todo o sistema", informando que o Governo está a trabalhar até ao final do ano numa lei de financiamento para os bombeiros.

Trata-se de uma lei de financiamento que "permita aos bombeiros portugueses não passarem pela situação de terem de estar sempre a pedir o que é seu por direito e poderem ter um financiamento estável e digno que lhes permita o exercício da funções de protecção e socorro com uma dignidade que hoje em dia não é possível".

No entanto, o secretário de Estado da Administração Interna admitiu que tudo o que está a ser feito "é pouco".

"Muito mais mereciam aqueles que perderam a sua vida e os que sofreram para futuro consequências no combate desigual que travaram", acrescentou.

Na cerimónia, que assinalou o feriado municipal de Carregal do Sal, foram homenageados a título póstumo os bombeiros Cátia Dias e Bernardo Cardoso, a quem foram atribuídas as medalhas de ouro de cidadãos honorários.

Carlos Dias viu a filha de 21 anos desaparecer no incêndio da Serra do Caramulo a 29 de Agosto do ano passado, recebendo com o rosto carregado de emoção o reconhecimento pelo trabalho que desenvolveu enquanto soldada da paz.

A dor e o sofrimento pela perda não o impedem de continuar a vestir a farda de bombeiro, sublinhando que "a vida continua e é preciso ter força para enfrentar a realidade e continuar a servir a comunidade".

"Temos que ser fortes, por muita que seja a dor. Os dias vão passando e as coisas ficam um tanto ou quanto mais leves no sentido da aparência, mas o sofrimento está cá dentro", admitiu.

Com as medalhas de ouro de mérito municipal e humanitário foram homenageados dois dos sobreviventes do mesmo incêndio, Nuno Pereira e José Sabino, que realçaram no final da cerimónia que têm recebido todos os apoios necessários.

Aos jornalistas, o presidente da Liga de Bombeiros Portugueses, Jaime Soares, garantiu que as famílias dos bombeiros estão "a receber todo o apoio ao alcance das estruturas".

"Temos agora uma verba suplementar que veio do Governo de Timor, que chega com a definição de como deve ser distribuída. Pensamos, dentro de dias, dar início a essa distribuição", referiu.

Jaime Soares explicou que se trata de "um subsídio complementar para os familiares dos mortos" e de "um subsídio de invalidez, à dimensão de incapacidade de cada um".

"O resto dessa verba será distribuído por todas as associações e corpos de bombeiros de Portugal", concluiu.

Lusa/SOL

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Detido por tentar incendiar a própria casa

A Polícia Judiciária (PJ) de Braga anunciou hoje a detenção de um homem indiciado por tentar incendiar, em Barcelos, a casa onde vive com a mulher e a filha, num quadro de violência doméstica. 

No final da tarde de domingo, na sequência de várias ameaças, o detido "terá cortado propositadamente um tubo do gás e depois, com chama directa, originado um incêndio, que podia ter provocado uma explosão e a destruição completa do edifício", relata a PJ, num comunicado.

No interior da habitação, precisa a polícia, "encontravam-se a sua mulher e filha que, apercebendo-se do ocorrido, prontamente conseguiram extinguir as chamas e desligar o gás, tarefa que ainda foi dificultada pelo suspeito".

O detido, de 41 anos, operário da construção civil, vai ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.

Lusa/SOL

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Dois feridos em explosão ao abrir cozinha em Vila Pouca de Aguiar

Uma mulher ficou ferida com gravidade e um jovem sofreu ferimentos ligeiros em Paredes do Alvão, Vila Pouca de Aguiar (Vila Real), depois da cozinha de uma habitação ter explodido quando a abriram, disseram à Lusa fontes oficiais.

"Houve uma explosão, mas não foi de uma botija. Foi uma fuga de gás concentrada num compartimento da casa que ficou completamente destruído e provocou duas vítimas", descreveu à Lusa o comandante dos bombeiros de Vila Pouca de Aguiar,

De acordo com a mesma fonte, a explosão aconteceu mal abriram a porta da cozinha de casa e a mulher, de mais de 60 anos, ficou ferida com gravidade, com "vários golpes no couro cabeludo" e, tal como o jovem com cerca de 20 anos, é "familiar" dos emigrantes proprietários da habitação.

O comandante dos bombeiros de Vila Pouca de Aguiar assegura que, no entanto, o rebentamento súbito não pode levar a concluir que a casa ou aquela divisão em particular estivesse fechada há muito tempo.

As botijas de gás "estavam no exterior" da habitação e o acidente pode justificar-se pela existência de "gás concentrado na canalização ou em algum eletrodoméstico", acrescenta a mesma fonte.

Também o Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Vila Real informou a Lusa de uma explosão "com um ferido grave e um ligeiro", pelas 14:24.

A Lusa tentou, sem sucesso, obter informações sobre o estado dos feridos no Centro Hospitalar de Vila Real, para onde os mesmos foram transportados, de acordo com o comandante dos bombeiros de Vila Pouca de Aguiar.

Fonte: JN

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Família brasileira esteve soterrada 34 horas

Os bombeiros resgataram, este domingo, uma família de quatro pessoas, após 34 horas soterrada nos escombros da queda de um edifício em construção, em Aracaju, no Estado brasileiro de Sergipe. Um bebé acabou por morrer já no hospital.

Depois do resgate, as vítimas, que incluem uma menina de seis anos e um bebé de seis meses, foram rapidamente atendidas pelos médicos que estavam no local desde a manhã de sábado, quando os profissionais localizaram a família ainda viva debaixo do entulho da obra.

A queda do edifício de quatro andares, que estava já na fase final de construção, ocorreu na madrugada de sábado e os bombeiros demoraram mais de 34 horas a libertar os quatro elementos desta família.

De acordo com a Proteção Civil local, o bebé de seis meses, o terceiro a ser resgatado, apresentava alguma desidratação e problemas respiratórios, pelo que os profissionais de saúde tiveram de fazer-lhe uma massagem cardíaca. Acabou por morrer já no hospital.

O prédio em causa estava em final de construção, mas a família vivia no interior do edifício porque o pai trabalhava na obra.

Fonte: JN

Mau tempo faz dois mortos em França

Um homem e uma mulher morreram hoje numa zona turística do sul de França, vítimas da queda de árvores provocada pelas violentas tempestades que hoje atingiram a região, e que deixou 21 distritos em alerta.


Um mini-tornado fez um morto -- um cidadão francês de 42 anos -- e cinco feridos num parque de campismo em Saint-Just-d'Ardèche, onde uma centena de caravanas e tendas foram atingidas pela queda de árvores.

A maior parte das árvores e postes elétricos da região caíram: "Num raio de três a quatro quilómetros as árvores foram completamente arrancadas", disse à agência francesa AFP um comandante da polícia local.

Cerca de 200 campistas devem ser realojados nos salões de festas das localidades mais próximas, adiantaram os bombeiros. Muitos automobilistas ficaram bloqueados nas estradas devido à queda das árvores.

Na outra ponta da riviera Ardèche, uma mulher morreu, também devido à queda de uma árvore, num parque de campismo de Saint-Paulet-de-Caisson.

Os serviços de meteorologia franceses preveem um agravamento das tempestades durante a noite de domingo para segunda-feira no sudeste do país, com precipitação intensa, que podem ser acompanhadas de fortes rajadas de vento e de granizo.

No norte de França, numa região próxima da fronteira com a Bélgica e a Alemanha, doze distritos foram colocados em alerta devido à possibilidade de inundações.

Já hoje a Normandia, na região noroeste do país, foi atingida por granizo e vento forte. No sudoeste de França milhares de casas permanecem sem eletricidade.

A tempestade de hoje no sul do país levou à interrupção do festival de jazz de Saint-Emilion, onde cerca de mil pessoas foram retiradas do local. Também no Festival do Grand Souk uma dezena de pessoas ficaram ligeiramente feridas, consequência da queda de granizo.

Fonte: DN

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Vinte pessoas perderam-se no rio Guadiana

Dezasseis adultos e quatro crianças que desciam o rio de canoa estiveram desaparecidos durante cinco horas. 

Um grupo de turistas, residentes na zona de Lisboa, que descia em canoa o rio Guadiana, em Serpa, perdeu-se este domingo. Duas horas depois do alerta foram encontrados, 15 quilómetros a sul do local onde deveriam ter chegado. O grupo deveria ter feito o percurso no rio entre Azenha da Barca e Melrinas, onde deveriam chegar às 12h45 horas. Três horas depois, preocupados com a ausência, os colegas avisaram as autoridades. Doze bombeiros e militares da GNR efetuaram buscas no rio e nas margens. Os dezasseis adultos e quatro crianças foram encontrados às 17h30, pela GNR, cerca de 15 quilómetros à frente de onde deviam ter parado. Segundo fonte da GNR, os "canoístas" não se terão apercebido do local de paragem e continuaram a remar.

Fonte: CM

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