Tive a hipótese de poder pegar, sentir e fotografar ao vivo uma granada de combate a incêndios.
Estes objetos ainda são anteriores aos primeiros extintores portáteis construídos no final do sec XVIII, podendo mesmo ser os primórdios dos equipamentos de extinção e prevenção construídos pelo homem.
Esta “granada de fogo”, que aqui apresento não posso precisar no tempo a sua construção, mas se seguir a lógica de construção será ainda da primeira década do SecXIX.
Pertence ao Corpo de Bombeiros Municipais de Tavira e encontra-se guardada e devidamente protegida.
FIRE GRENADE
As granadas de fogo (fire grenade) tiveram sua origem na Inglaterra, no século XVIII.
Feita
através de uma garrafa de vidro fino e frágil, eram jogadas ao fogo
para extinguí-los. Numa época em não existiam extintores de incêndio, as
granadas eram a solução. De fácil manuseio eram usadas em residências,
hotéis, fábricas, escolas, comboios e outros edifícios comerciais.
Vários
líquidos foram usados e o mais eficaz foi o Tetracloreto de Carbono.
Porém descobriu-se que o produto quando inalado, causava sérios
problemas respiratórios, sendo substituído por água salgada,
A
primeira patente americana de granada de fogo foi concedida a Alanson
Crane, por volta de 1870, tornando-se popular nos Estados Unidos. Seu
uso deu-se até por volta de 1910, quando as mesmas foram gradualmente
substituídas pelos tradicionais extintores de incêndio fabricado em
metal que conhecemos.
Muitas granadas foram seladas com uma rolha
de cortiça e cimento, evitando que o líquido escapasse. Algumas
possuíam um laço no pescoço para serem penduradas. Alguns fabricantes as
vendia em uma cesta de arame.
Entre 1900 e 1920 passaram a ter suportes.
Alguns
funcionavam até automaticamente, quando fixado em local estratégico ao
equipamento/material a ser protegido, um suporte com dispostivo de mola e
um elo fusível, que com o calor das chamas derreteria, fazendo com que a
mola fosse de encontro ao corpo de vidro, quebrando a garrafa,
liberando o líquido para combater o fogo. Nessa época eram
acondicionadas em caixa de metal, como a Stop Shur Kit, que continha
seis granadas.
Harden Extintor Company of
Chicago foi um dos mais famosos fabricantes das granadas de mão, com até
1,5 litros de líquido extintor. Sua coloração era azul cobalto.
Outro grande fabricante foi Hayward’s Fire Grenade, em Nova York, com suas garrafas nas cores azul, verde e laranja.
Babcock fabricou a chamada Hand Grenade Babcock, onde o líquido não congelava em baixas temperaturas.
Produtos como bicabornato de sódio e cloreto de amônia e até mesmo areia, também foram usados como agentes extintores.
Muitos foram os fabricantes e entre eles podemos citar Harden, Hayward, Babcock, Harkness, Little Giant, Comet entre outros.
Hoje essas garrafas são encontradas em antiquários e algumas delas chegam a custar mais de 2500 euros.
No dia 1 de junho de 2013, entra em funcionamento pleno o sistema de sensores no Parque Nacional da Peneda Gerês, com o objetivo de monitorizar e apoiar a decisão operacional através de espectrometria óptica.
O sistema, um investimento conjunto da ANPC e Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, e que é constituído por 13 pontos, será operado pela ANPC através dos Comandos Distritais de Operações de Socorro de Viana do Castelo, Braga e Vila Real.
A Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) irá acolher, entre 27 e 31 de maio, a visita de quatro peritos oriundos da região dos Balcãs. Os visitantes inteirar-se-ão da estrutura, organização e funcionamento implementado em Portugal para o combate aos incêndios florestais.
Além das apresentações técnicas a cargo do Comando Nacional de Operações de Socorro (ANPC) e do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, os peritos em questão efectuarão um périplo para contactos com o Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GNR), a Força Especial de Bombeiros (ANPC), o Comando Distrital de Operações de Socorro de Santarém (ANPC) e a Associação de Agricultores da Charneca.
A iniciativa, que se enquadra no âmbito do Mecanismo Comunitário de Protecção Civil, está suportada no Instrument of Pre-Accession, instrumento financeiro comunitário que enquadra a assistência aos países candidatos à UE.
Trata-se de um instrumento especificamente vocacionado para a criação de condições que visem o fortalecimento das capacidades institucionais dos estados aderentes e a promoção da cooperação transfronteiriça, bem como o estímulo ao desenvolvimento socioeconómico e rural dos candidatos à adesão.
O Presidente da ENB - Dr. José Ferreira - reuniu com o Director Nacional de Bombeiros - Eng.º Pedro Lopes – tendo sido abordados os seguintes pontos:
• Necessidade de revisão urgente de diploma sobre a organização, funcionamento e formação dos corpos de bombeiros;
• Agilização de procedimentos da formação de ingresso na carreira de bombeiro;
• Conclusão dos programas de formação a adoptar para as escolas de infantes e cadetes;
• Desenvolvimento de um plano de instrução que venha a permitir a elaboração de produtos pedagógicos a distribuir pelos CB para uniformizar a instrução dos bombeiros;
• Actualização do guia do curso de formação para ingresso na carreira de bombeiro voluntário face à desatualização provocada por alterações legislativas;
• Importância da criação de um curso de protecção civil, organizado em dois níveis, a desenvolver pela ENB.
Comandante das Operações de Socorro (COS): 2º Comandante do Corpo de Bombeiros de Vieira do Minho.
24/5
6:52
Incêndio ativo com uma frente.
24/5
7:30
Incêndio ativo com uma frente.
24/5
9:02
Incêndio ativo com uma frente.
24/5
9:51
Incêndio ativo com uma frente a progredir em
local de difícil acesso aos veículos de combate, estando o mesmo a ser
efetuado com recurso a ferramentas manuais.
Para o Presidente do Conselho Português de Proteção Civil, a posição da Liga dos Bombeiros Portugueses não merece sequer ser comentada, pois resulta de uma preocupante visão sectarista que coloca o populismo acima do interesse publico.
A posição do Presidente do Conselho Português de Proteção Civil é de que esta é mais uma forma de discriminação dos voluntários, uma vez que muitos outros colaboram voluntária e graciosamente em missões vitais à proteção da natureza, da vida, a da população.
Se por um lado estes voluntários inseridos no DCIF (Dispositivo de Combate a Incêndios Florestais) estão expostos a situações extremas, na realidade todos os outros bombeiros o estão mesmo não inseridos no DCIF.
E se por um lado os bombeiros são sacrificados durante a época de fogos, existem muitos outros voluntários em Portugal que dão mais horas de voluntariado num mês que alguns bombeiros num ano.
Os voluntários hospitalares, os voluntários de proteção civil, os socorristas voluntários da Cruz Vermelha e outras organizações, os voluntários de ação social, todos eles são discriminados pela atual proposta de diploma "legal".
Por outro lado a Lei de Bases do Enquadramento Jurídico do Voluntariado (Lei 71/98) determina no seu nº 6 do art.º 6º que "O princípio da gratuitidade pressupõe que o voluntário não é remunerado, nem pode receber sub-venções ou donativos, pelo exercício do seu trabalho voluntário." pelo que a atual proposta não pode deixar de ser considerada um claro atropelo à Lei.
O Presidente do Conselho Português de Proteção Civil afirma ainda que os bombeiros alegadamente "voluntários" estão a ser enganados com a atual proposta e todos os verdadeiros voluntários estão a ser alvo de discriminação e injustiça.
João Paulo Saraiva Presidente do Conselho Português de Protecção Civil
A
Força Aérea Portuguesa vai utilizar este ano na época de incêndios o
C-295M, avião especializado em ações de vigilância e reconhecimento, com
tecnologia que permite monitorizar os incêndios.
Conheça todos os
pormenores neste gráfico interativo:
A ENB é uma entidade constituída para dar resposta às necessidades de
formação, desenvolvimento e aperfeiçoamento de todos os agentes de protecção civil em Portugal.
A sua vasta experiência confere-lhe uma inquestionável credibilidade
formativa que é colocada à disposição dos trabalhadores dos SMPC,
bombeiros, outros agentes de protecção e socorro, e civis que estejam
interessados em desenvolver os seus conhecimentos nas matérias
relacionadas com a prevenção de riscos, ordenamento do território e a
intervenção em emergências.
Objectivos dos cursos:
•
Impulsionar o desenvolvimento da protecção civil municipal através da
formação especializada em matérias relacionadas com a prevenção de
riscos, ordenamento do território e a intervenção em emergências; •
Consolidar a experiência já adquirida com conhecimentos que permitam
saber responder eficazmente aos riscos naturais e tecnológicos
emergentes da sociedade actual; • Proporcionar a progressão no desempenho e a consequente evolução na segurança dos munícipes
Soluções de Formação Descentralizada
Os cursos de formação em Protecção Civil terão lugar,
preferencialmente, na sede da ENB, em Sintra. Contudo, as acções
formativas também se poderão realizar descentralizadamente, desde que
sejam garantidas determinadas condições pedagógicas, técnicas e
logísticas da formação, nomeadamente o número mínimo de 10 inscrições.
A prestigiada revista “Selecções do Reader´s Digest” organizou a 13ª edição da eleição das Marcas de Confiança e também da Profissão de Confiança.
No que diz respeito à profissão de confiança, 94% dos leitores da revista, ou seja a esmagadora maioria, elegeram os Bombeiros, como sendo a profissão na qual depositam mais confiança.
É mais um estudo de opinião que reforça o apreço que a sociedade tem pelos seus Bombeiros. Esta confiança, que se mantém e se renova em cada momento, está alicerçada naquilo que são os nossos valores de altruísmo, abnegação, espírito de sacrifício e uma prontidão absoluta ao serviço do cidadão, qualquer que seja a religião, a origem ou a ideologia.
Num momento de maior dificuldade para a sociedade em geral, em que os Bombeiros são chamados cada vez mais a dar o seu contributo, em particular aos que mais sofrem, esta confiança renovada constitui sempre um acréscimo de incentivo para as Mulheres e Homens, a maior parte em regime de total voluntariado, que se dedicam de alma e coração às tarefas do socorro e da emergência.
Deixo-vos aqui esta noite um vídeo do desenvolvimento de um incêndio
urbano que eclode dentro de uma garagem subterrânea com exposições
interiores e exteriores...
Podemos observar nos primeiros momentos, apenas fumo e pouco fogo até a combustão do portão da garagem.
O combustível no interior após a porta da garagem ter ardido sofre uma
aceleração na combustão pela entrada de oxigénio, expandindo os gases
quentes para o compartimento de saída irradiando energia em todas as
direções.
Outro fenómeno físico da combustão de relevante observação são as "zonas" tipo de combustão...
Superiormente uma zona de pressão positiva, onde os gases e calor saem
energicamente em direção ao exterior, limitada mais a baixo por uma zona
neutra que separa ambas da zona de pressão negativa...
Na zona de pressão negativa, a poucos centímetros do solo, podemos
observar um fumo mais branco que em vez de seguir para o exterior é
“absorvido” para o interior da garagem alimentando a combustão com mais e
mais oxigénio...
Agora deixo à vossa consideração, como seria o modo de atuação neste evento tão enérgico tendo por base o que se vê no vídeo...
Hoje dia 20 de maio para além da reunião do Conselho de Estado outras duas reuniões ocorrem nesta segunda-feira.
Pelas 15 horas ocorrera uma reunião do plenário da Assembleia da Republica para discutir e previsivelmente aprovar um diploma legal que isenta de IRS as verbas auferidas pelos Bombeiros que tenham como proveniência a ANPC e durante a vigência das fases bravo, charlie e delta do DECIF.
O estranho de todo isto é ter vindo a publico como sendo já como adquirido esta aprovação em Conselho de Ministros e tendo na altura havido grandes manifestações de vários responsáveis políticos e associativos.
Atendendo a um ofício da LBP de 16 de maio, a que se apela a que os Presidentes e Comandantes enviem para os claustros da Assembleia pelotões de Bombeiros, para com isso manifestar o apoio a esta aprovação.
A Direção da APBV manifesta desde já o repúdio a estas ações de pressão, pois os claustros da Assembleia não são o local próprio para manifestar o que quer que seja. Se os Dirigentes da LBP não estão certos da aprovação de tão importante diploma, segundo a sua opinião, devem manifestar-se em local próprio, reunindo nesse local aqueles que constituem e elegem os Órgãos Sociais da LBP, ou seja os Presidentes das Associações Humanitárias de Bombeiros e os Comandantes dos Corpos de Bombeiros, deixando de parte aqueles que agora quer usar para lhes dar visibilidade, mas aos quais não lhes dão oportunidade de expressar a sua opinião nos vários eventos organizados pela LBP. Assim é muito difícil assumir a qualidade de “fiel representante dos Bombeiros”, quando reiteradamente ignora os mesmos.
Mas se pela tarde se tomam decisões que podem afetar uma percentagem dos Bombeiros Voluntários Portugueses e durante um determinado período do ano, durante a manhã em Carnaxide discutem-se coisas que dizem respeito à totalidade dos Bombeiros e por toda a sua Carreira.
Assim no Conselho Nacional de Bombeiros, onde infelizmente os Bombeiros só se encontram representados pela Associação Nacional dos Bombeiros Profissionais, que legitimamente e preferencialmente defendem os seus Associados e complementarmente os Bombeiros Voluntários, reúne-se na manhã de hoje, onde serão discutidos alterações aos Diplomas que regulam os Seguros dos Bombeiros, Serviço Operacional e Regime Disciplinar assim como o regulamento das regalias no âmbito da educação.
No entanto e mesmo sem estarmos presentes, não podemos de deixar de manifestar publicamente a rejeição de um Regime Disciplinar que continua a ser de todo menos de Bombeiros e que dificilmente se entende como sendo justo e idóneo, rejeitamos também a continua aposta em seguros que pouco ou nada defendem os Bombeiros quando estes são necessários, ou seja em caso de acidente, sendo clara a aposta em prémios de baixo valor e de complexidade burocrática, permitindo assim uma “permeabilidade” por parte das Seguradoras quer ao pagamento, quer à devida investigação de causas do acidente, responsabilizando assim de um modo profícuo aqueles que incumprem reiteradamente a legislação mais básica no que diz respeito a segurança, higiene e saúde no trabalho.
No que diz respeito ao regulamento das regalias no âmbito da educação, continuamos como sempre a exigir aos Bombeiros complexas ações burocráticas e processos que tem de passar de mão em mão até à decisão final.
Por fim será discutindo também o diploma que regula o serviço operacional, atendendo ao texto final parece-nos que pelo menos neste assunto fomos ouvidos e que as nossas propostas foram ouvidas, podendo assim os Bombeiros Voluntários no próximo ciclo do RNBP beneficiar de uma significativa redução das horas de formação e de serviço.
Pese embora a APBV não esteja presente em nenhuma das três importantes reuniões de hoje, não deixará de manifestar as suas opiniões, principalmente nos locais próprios onde se discutem verdadeiramente os assuntos que dizem respeito aos Bombeiros Voluntários Portugueses.
A irreverência, a ousadia e o dinamismo são as palavras de ordem da APBV, e assim queremos continuar a tomar partido nas decisões que dizem respeito aos Bombeiros Voluntários, quer sejamos ou não convidados para ter assento nessas reuniões ou locais.
Por muito que nos ignorem, faremos sempre sentir que estamos atentos e presentes, quer queiram quer não queiram.
Um bem-haja a todos os Bombeiros Voluntários Portugueses, A direção da Associação Portuguesa de Bombeiros Voluntários
A LBP emitiu uma circular aos corpos de bombeiros a pedir a comparência do maior número de bombeiros na AR no dia 22 de Maio pelas 15 horas.
Nesse dia vai ser votado na Assembleia da Republica a alteração ao Código do Imposto Rendimento das Pessoas Singulares (Código do IRS), que irá isentar os bombeiros do pagamento de IRS dos valores recebidos durante o seu tempo de laser quando fazem parte integrante das equipas afetas ao DECIF 2013.
O valor pago pela ANPC aos bombeiros que fazem parte dessas equipas sazonais é de 45 euros por 24 horas de serviço, onde apos vários anos se veio a verificar que esse valor não esta isento de IRS, que levou vários corpos de bombeiros a boicotarem o DECIF 2012, até que a situação seja clarificada pelo governo.
Independentemente no Ministro da Administração Interna ter dito que no concelho de Ministros tinha sido aprovado a isenção dos bombeiros, essa medida tem que ser aprovada na AR, assim dia 22 de Maio vai a votos para aprovação ou não.
Um dos Administradores da nossa Página esteve recentemente envolvido num Processo Judicial que já se arrastava desde Julho de 2009. Na passada Quinta-Feira dia dia 16 de Maio realizou-se finalmente a Audiência de Julgamento.
Aqui fica o Desabafo que o nosso Administrador deixou no seu mural do Facebook ...
... JUSTIÇA vs INjustiça ... Eis a Questão !!!
Muitos me perguntam Hoje se Eu acho que foi feita Justiça em relação ao caso do Supercross que se passou comigo e com o meu Irmão. Na minha Opinião não é 4 Anos depois que se vai fazer Justiça num caso destes, estes casos têm de ser Resolvidos de forma Sumária, Rápida e Eficaz logo após o ocorrer da situação ... Esta situação nunca foi encarada por mim como um "ataque pessoal" mas sim como um ataque a uma Instituição que muito prezo e a que muitas horas dedico que são os BOMBEIROS, e quanto a isso não Admito que de forma Leviana ponham em causa o Trabalho e Profissionalismo dos Bombeiros, especialmente do Corpo de Bombeiros onde estou à mais de 22 Anos. Gostaria que este tipo de situações não se voltassem a repetir, mas como os Valores da Sociedade dos Dias de Hoje estão completamente alterados e muitas vezes só se olha para o próprio Umbigo, temo que venham a ser Recorrentes e que a Justiça não lhes consiga responder em tempo útil.
Por isso afirmo ... Se estou agradado com o que ficou decidido em Tribunal ... NÃO, Não fiquei Agradado, apenas Conformado.
A Justiça Não pode ser tão lenta a julgar este tipo de situações, porque senão perdem a sua eficácia e as penas que daí advêm não têm efeito Pedagógico.
E já agora não se esqueçam de uma coisa ... Muitos Bombeiros são VOLUNTÁRIOS por Opção, mas são sempre PROFISSIONAIS na Acção...
Reconhecer os valores pessoais, valorizar o empenhamento, a dádiva, a dedicação, mas também o profissionalismo ao serviço das pessoas e da sociedade é um acto de nobreza, de incentivo e, sobretudo, de comunicação de padrões de vida e de cidadania.
O voluntariado em geral, e as Associações Humanitárias de Bombeiros em particular, são exemplos vivos de práticas de associativismo alicerçadas nos mais altos valores morais e éticos, que fazem de muitos cidadãos, empresas e instituições autênticos baluartes da dinâmica da chamada sociedade civil, como suporte de muitos dos serviço essenciais à vida das sociedades modernas.
Foi com estes pressupostos, que a Federação dos Bombeiros do Distrito de Coimbra, que representa as 24 Associações e Corpos de Bombeiros do distrito, deliberou organizar uma cerimónia pública capaz de dar visibilidade a tantos projectos de altruísmo, que se desenvolvem e se repetem, quantas vezes no anonimato, mas que são essenciais para a resolução de tantos e tantos problemas que envolvem o dia a dia do cidadão comum.
Dentro deste principio estão duas personalidades que por motivos diferentes, mas iguais, na génese daquilo que são os nossos valores. Referimo-nos ao Dr. Henrique Fernandes, último Governador Civil do nosso distrito e ao Comandante Jaime Marta Soares, ex-presidente da Federação e actual Presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses.
O primeiro pelo respeito com que sempre tratou os Bombeiros, pelos apoios que canalizou para as Associações, mas acima de tudo pela forma peculiar, muito acima daquilo que eram as suas obrigações institucionais, com que sempre se referiu e como sempre acarinhou os Bombeiros do seu distrito.
O Comandante Jaime Soares dispensa qualquer referência, tal é a dimensão do seu trabalho, da sua dedicação e da sua vida completamente cheia ao serviço dos Bombeiros do distrito e de Portugal.
Nesta cerimónia pública, que vai ter lugar no próximo dia 18, na cidade luz da Figueira da Foz, serão ainda alvo de homenagens cidadãos, autarcas, ou empresas/instituições indicados por cada uma das Associações e que se tenham distinguido no apoio aos Bombeiros.
A Figueira da Foz acolhe ainda uma exposição de miniaturas alusivas aos equipamentos utiilizados pelos Bombeiros e outra com os veículos antigos dos Bombeiros do distrito. Trata-se de um património incálculável, em valor absoluto, mas, sobretudo em valor histórico e afectivo. Esta é também outra dimensão da vida das Asssociações de Bombeiros, que ainda conseguem preservar tais relíquias, graças muitas vezes à ajuda das pessoas que agora são alvo de reconhecimento.
É assim que se constrói a sociedade e se elevam as pessoas e as Instituições e como disse um autor desconhecido, a gratidão é uma forma singular de reconhecimento, e o reconhecimento é uma forma sincera de gratidão.
António Simões
Presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Coimbra
Atividade Parlamentar e Processo Legislativo Reunião Plenária DIA 22 maio (quarta-feira) | HORA 15:00
Proposta de Lei 138/XII
A presente alteração ao Código do Imposto sobre o Rendimento das
Pessoas Singulares, (Código do IRS), aprovado pelo Decreto-Lei n.º
442-A/88, de 30 de novembro, pretende clarificar
o enquadramento fiscal das compensações e subsídios, referentes à
atividade voluntária, postos à disposição dos bombeiros que prestam
serviço durante o seu período de férias e descanso, no âmbito do
dispositivo especial de combate a incêndios.
Com a presente
alteração visa-se igualmente salientar o princípio de incentivo ao
voluntariado, reconhecendo a exigência da atividade desempenhada por
todos aqueles que integram o dispositivo especial de combate a incêndios
florestais nos períodos mais críticos do ano.
Procede à
alteração ao Decreto-Lei n.º 442-A/88, de 30 de novembro, que aprova o
Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares,
clarificando o enquadramento fiscal das compensações e subsídios,
referentes à atividade voluntária, postos à disposição dos bombeiros,
pela Autoridade Nacional de Proteção Civil e pagos pelas respetivas
entidades detentoras de corpos de bombeiros, no âmbito do dispositivo
especial de combate a incêndios, ...
João Ilídio Costa fez um discurso comovente para os bombeiros onde abordou a morte do seu filho.
DISCURSO PARA OS BOMBEIROS/LIDO NO PARQUE DE VIATURAS PELO PRESIDENTE ILÍDIO COSTA
Faz agora 26 anos que perdi o meu filho, com 7 anos de vida.
Faz já algum tempo tb que vi e li na internet uma histórica que me fez reviver os momentos trágicos que eu e minha mulher passamos nos Hospitais da Estefânia e Egas Moniz, em Lisboa, onde o nosso filho acabou por falecer.
Esta história de vida que vos vou contar, por sinal verídica, que com certeza alguns de vocês também já leram e conhecem e que está muito bem simbolizada nas muitas fotografias e estátuas existentes dum bombeiro com um menino nos braços, narra a história duma criança de 6 anos acossada por uma leucemia aguda.
Uma mãe pára ao lado dum leito no hospital, e muito embora o seu sofrimento, tristeza e angústia que sente, senta-se na beira da cama, pega nas mãos pequeninas do seu filho e começa a pensar o que ele poderia ser amanhã, caso sobrevivesse aquela terrível doença.
Ele abriu os olhos, sorriu para a mãe e ela perguntou-lhe: ”meu amor, o que queres ser quando fores grande?”
Ele respondeu: “mamã, eu sempre quis ser um bombeiro.”
A mãe sorriu e disse-lhe: ”vamos ver, meu amor, o que podemos fazer”.
De seguida, a mãe começou a pensar o que fazer e decide meter os pés ao caminho e ir falar com o comandante da corporação de bombeiros, a quem contou a história do seu filho e a quem perguntou se era possível que o seu filhinho visitasse o quartel e desse uma volta ao quarteirão num dos carros dos bombeiros.
O comandante comovido, disse: “nós podemos fazer muito mais pelo menino, minha senhora! Se dentro duma semana, às sete horas da manhã, o pudermos ir buscar ao hospital, passará um dia completo connosco e, se nos der as suas medidas, nós conseguiremos um uniforme completo igual ao nosso e faremos dele um bombeiro honorário”.
Na semana seguinte, o comandante foi ao hospital: pegou no menino ao colo, vestiu-lhe o uniforme de bombeiro e levou-o para o carro dos bombeiros que o transportou no banco de trás ao quartel.
O menino ficou tão contente e radiante que pensava estar no céu …
Comeu e brincou com os bombeiros e, como ocorreram algumas chamadas de socorro, acabou por sair três vezes em carros de bombeiros diversos: de fogo, de emergência médica e até no carro do comando.
O dia passou muito depressa, mas comoveu tanto, tanto o menino que ele acabou por viver mais 3 meses do que o normal, segundo informação médica.
Um dia, contudo, todas as suas funções vitais começaram a cair dramaticamente, o que levou a mãe a chamar ao hospital toda a família, mas lembrando-se da emoção e da alegria que o menino sentiu no dia que passou no quartel dos bombeiros, ligou ao comandante e pediu-lhe para enviar um bombeiro ao hospital para ficar com o menino.
O comandante respondeu: “nós podemos fazer muito mais, minha senhora! Pedimos-lhe um favor: “que informe a central do hospital para não pensarem, quando ouvirem as sirenes e virem a luzes dos carros, que se trata dum incêndio. Informe que é apenas o corpo de bombeiros a visitar no hospital um seu bombeiro honorário”. E pediu, ainda: “ p fv abra a janela do quarto do menino”.
Cinco minutos depois começou a ouvir-se as sirenes e a verem-se as luzes dos carros dos bombeiros. Estenderam a escada magirus até ao andar onde estava o menino e subiram 16 bombeiros.
Com a permissão da mãe, um bombeiro pegou no menino ao colo, acariciou-o e disse-lhe que gostava muito dele, que era um deles.
O menino olhou para o bombeiro e, já com voz muito débil, perguntou?
- “Eu sou mesmo um bombeiro?”
- “Sim, meu pequenino, tu és um dos melhores”.
O menino sorriu para o bombeiro, encostou a cabecinha ao seu ombro e fechou os olhos para sempre.
Nós podemos fazer mais!
Não esqueçam mais esta história e façam com que ela se repita todos os dias em que haja alguém que precisa de vocês, que precisa dos bombeiros; sejam: aquele homem, ou mulher, que vivencia todos os dias, em todas as horas, esta máxima, na senda do lema “VIDA POR VIDA”. Infelizmente, são já tantos aqueles que todos os anos engrossam o livro das memórias e das recordações, como há bem poucos dias aconteceu em Fafe …
Mas … o acontecimento mais dramático dos últimos tempos, do início deste século e deste milénio, foi o ocorrido a 11 de Setembro de 2001, nas Torres Gémeas em Nova Iorque, em que morreram 2996 pessoas, das quais 341 eram bombeiros e 2 paramédicos.
Vida por vida!
Não esqueçam: nós podemos fazer mais!
Parabéns a todos os condecorados e medalhados e PARABÉNS à Associação.
DISCURSO PROFERIDO NA SESSÃO SOLENE PELO PRESIDENTE JOÃO ILÍDIO COSTA
Hoje lembramos o passado e celebramos o presente.
É no presente que se formata e organiza a memória: memória que articula lembranças e silêncios, afirmações, negações e recusas.
Afinal, a história não é mais do que a compilação e a súmula destas realidades, em que o elemento base central são as pessoas, somos nós: os nossos bombeiros e bombeiras, os diversos elementos dos órgãos sociais e todos os amigos, com ou sem identificação.
Quando observamos os diversos eventos que marcaram a nossa história, salta-nos naturalmente à memória aquilo que tivemos oportunidade de vivenciar e sobretudo aquilo em que pudemos participar. Dentro do nosso visual temporal, recordamos essencialmente o centenário da Associação, a inauguração do quarte e as festividades dos 135 anos ocorridos no ano transato.
Dos 135 anos, o acontecimento mais recente, tomo a liberdade de destacar particularmente a inauguração da estátua ao bombeiro, que mais não foi que o cumprimento pela CMVizela de uma promessa antiga, mas que agarrou consigo algumas negações e recusas.
Caros amigos, não temos que dar importância a estas manifestações, devemos - sim – respeitá-las: temos, fundamentalmente, de valorizar esse gesto e o significado que o mesmo representa por parte duma população para com os seus bombeiros.
É tudo isto que nos faz lembrar o passado, no presente, comemorando a vida: a vida da nossa Associação, que agora é presente e futuro.
Para mim, a maior lição que retiro é a importância de ter amigos, da Associação ter muitos amigos.
Assim, todos os amigos da Associação, e dos bombeiros, são meus amigos tb.
A todos tenho a honra de chamar amigos: aos que vieram comigo até aqui e continuarão comigo no futuro, aos que deixei e reencontrei, aos que ao longo da vida foram o meu farol, aos amigos que aqui fiz.
Independentemente das divergências pessoais ou de outra ordem que possamos ter, todos os amigos da Associação e dos bombeiros são, assim, meus amigos tb.
Tenho muito orgulho nesta situação e realidade.
Tudo isto faz parte da memória colectiva; não queiramos, pois, fazer silêncio dessa memória.
Estamos a viver tempos muito conturbados, perturbadores e castradores: castradores das nossas aspirações e anseios, dos nossos direitos e mesmo das nossas liberdades.
Os próprios bombeiros em geral estão passando momentos muito difíceis, por motivos endógenos e exógenos, em que as responsabilidades e exigências são cada vez maiores, o que até achamos bem, mas em que as regras e imposições são apenas para uma parte e não para ambas.
É preciso buscar a dinâmica social, observar a colectividade como portadora de valores, com uma cultura política própria, e não de uma entidade passiva diante de um poder castrador.
Não tornemos o futuro em qualquer coisa vã, numa oportunidade perdida, condenada a não se realizar nunca, mas tornemo-la numa busca permanente e eterna, sempre guiada pelo farol da esperança.
Obrigado a todos por serdes meus amigos, serdes amigos de todos os que servem esta casa e esta causa, serdes amigos desta centenária Associação.
Uma felicitação especial a todos os sócios mais antigos, hoje homenageados também.
Iniciou-se hoje, 15 de maio, a Fase Bravo do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF).
Esta Fase, que decorre até 30 de Junho, conta com o empenhamento progressivo de 6.338 operacionais e 1.472 veículos.
Estes meios terrestres pertencem aos Corpos de Bombeiros, à Guarda Nacional Republicana (GNR), à Polícia de Segurança Pública (PSP), à Força Especial de Bombeiros “Canarinhos” da ANPC e ao Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
Além destes meios terrestres, estão ainda previstos 30 meios aéreos.
Complementarmente aos meios de combate, a GNR manterá operativa a Rede Nacional de Postos de Vigia, nomeadamente assegurando a guarnição e funcionamento de 70 postos.
Sempre que a situação operacional o justifique e seja necessário o reforço das capacidades municipais de combate a incêndios florestais, está previsto o accionamento de pelotões militares para acções específicas de consolidação e vigilância pós rescaldo, além da cedência de equipamento diferenciado para operações de apoio ao combate ou consolidação da extinção de incêndios.
A ANPC releva o empenhamento de todas as Estruturas, Forças, e Unidades que integram o Sistema Integrado de Operações de Protecção e Socorro (SIOPS) no planeamento e aprontamento de meios para esta Fase Bravo do DECIF, realçando o papel essencial que desempenham na luta e combate ao flagelo dos incêndios florestais e sublinhando, como não podia deixar de o fazer, o papel estruturante que os cidadãos têm na adoção de comportamentos que minimizem o risco, de modo a se alcançar o objectivo maior de redução progressiva e sustentada da área florestal ardida neste ano.
A todos os operacionais e demais estruturas da sociedade civil lembramos que “Portugal sem fogos depende de todos”.
A todos os operacionais enviamos uma mensagem, que é de confiança na ação e de gratidão pelo envolvimento activo e empenhado na operacionalização do DECIF.
Está a decorrer até ao próximo dia 29 de Maio uma votação, relativa à iniciativa do jornal Correio da Manhã, subordinada ao título “Heróis CM 2013".
Tive a honra de integrar o júri desta iniciativa, a convite do Director do CM. O júri seleccionou os candidatos que estão a ser sujeitos à votação dos leitores, em duas categorias: “Heróis com Farda” e “ Heróis Civis”.
Na categoria “ Heróis com Farda” estão incluídas as candidaturas dos Bombeiros Voluntários de Sesimbra e dos Bombeiros Voluntários de Vieira do Minho.
No que diz respeito à primeira corporação de Bombeiros, o acto que mereceu a selecção do júri refere-se ao salvamento de um homem de 35 anos, numa escarpa com uma altura de cerca de 200 metros.
Quanto à segunda corporação o motivo da sua selecção prende-se com o salvamento de mãe e filha bebé, no âmbito de um incêndio que consumiu a casa onde moravam.
Apelo aos leitores que votem nestas duas corporações de Bombeiros.
Para o efeito devem ligar para os números abaixo indicados. O custo de cada chamada é de 0,60 € + IVA.
BV Sesimbra – 760 200 531 / BV de Vieira do Minho – 760 200 532
Faltam 28 dias para o I ENCONTRO INTERNACIONAL DE COLECCIONISMO de Vila Real de Santo António, a realizar no dia 09 JUNHO 2013, no Centro Cultural António Aleixo!
Ainda restam alguns lugares para os mais despistados!
Contamos já com a presença de grandes colecionadores dos mais variados temas do Coleccionismo, além dos sempre presentes Pacotes de Açúcar contamos também com Filatelistas e Numismatas Ibéricos, o maior colecionista da Europa de Porta-chaves, o maior coleccionador de Pin’s da Coca-cola de Espanha, Medalhística, Máquinas Fotográficas Antigas, Artigos de Bombeiros, Isqueiros, Credifones, Marcadores de Livros, Esferográficas, Postais e Calendários de Bolso, Antiguidades várias, Bilhetes de Lotaria, Dedais, Miniaturas de Carros e Motas, Cromos, Lápis, Guardanapos, etc.
Vamos lançar um Postal e um Selo comemorativo do Encontro!!
Além das surpresas que estão reservadas á grande maioria das vertentes do Colecionismo!!
De que está á espera para nos visitar? Aproveite para relaxar no fim-de-semana prolongado e aliar o seu hobbie ao bom tempo Algarvio e verá que não temos só SOL para oferecer!
Se vem acompanhado da esposa e família, a Secção de Coleccionismo realiza em simultâneo nos dias 8 e 9 de Junho, na Praça Marques de Pombal a I FEIRA INTERNACIONAL DE FLORICULTURA DE VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO, das 10h00 ás 20h00, em parceria com a ACYSA (Associação de Cactos e Plantas Suculentas de Aldaluzia), onde haverá de certo muito para ver, cheirar e sentir.
Inseridas no local da Feira de Floricultura (a escassos metros do local do Encontro), as Instituições “Mão Amiga” e “Cruz Vermelha Portuguesa” vão levar a efeito uma Recolha de Géneros Alimentícios, Roupa, Calçado e Atoalhados.
Se é Colecionador de Pacotes de Açucar, não se esqueça de trazer um garrafão de açucar!
Contamos com a Ajuda de Todos!!!!
E não esquecendo claro, da famosa Feira de Velharias a decorrer também no Sábado dia 08 de Junho junto da Marina, na Avenida da Republica.
Lisboa, 13 de Maio de 2013 – Realizando-se pela primeira vez em simultâneo, os salões Tektónica e Segurex encerraram portas no passado sábado, dia 11 de Maio, com balanço positivo. Durante os cinco dias de realização dos salões cerca de 40 mil visitantes, entre profissionais e público, passaram pela FIL para conhecer tendências e as mais recentes novidades nos sectores da Construção, Segurança e Protecção apresentadas pelas mais de 400 empresas e entidades presentes, bem como participarem no vasto programa de conferências, seminários, workshops e outras actividades promovidas pela organização e expositores.
Após cinco dias de realização de Tektónica e Segurex a organização faz um balanço positivo desta edição conjunta dos certames que reúne também a satisfação por parte das empresas participantes, tendo algumas considerado que a aposta nesta nova estratégia de abertura ao público veio trazer um novo fôlego e mais negócios face a anteriores edições.
Organizados pela AIP – Feiras, Congressos e Eventos, os salões Tektónica e Segurex, que este ano assinalaram as suas 15ªs edições, estiveram nos últimos anos dirigidos exclusivamente para os profissionais dos sectores da Construção e Obras Públicas e da Protecção e Segurança. Contudo, dada o crescente interesse dos particulares por soluções para remodelações e pequenas obras, bem como, por serviços e instrumentos de promoção da segurança de pessoas, bens e património, a organização dos salões decidiu este ano reabrir ambos os eventos ao público na sexta-feira e sábado, tendo o último dia registado uma forte afluência por parte de particulares.
Para este segmento ‘Architect Your Home’, um serviço que oferecia em plena feira e na hora a possibilidade dos visitantes fazerem junto de uma equipa de arquitectos projectos de remodelação das suas habitações, e a ‘Casa dos Portugueses’, uma habitação de 405m2 construida 100% com materiais portugueses numa parceria que envolveu mais de 20 empresas nacionais, foram os projectos que mais suscitaram o interesse dos particulares na Tektónica, que aproveitaram ainda para se aconselharem junto das empresas presentes acerca de serviços, equipamentos e materiais.
Já na Segurex, as atenções do público visitante centraram-se não só nas inovações de produtos e serviços expostos mas também nas demonstrações, simulacros, cursos e dispositivos em exposição trazidos por entidades como a GNR, PSP, Escola Nacional de Bombeiros, ANSR, entre outras.
Ao nível do programa para profissionais, a organização destaca a diversidade das actividades desenvolvidas pelos vários expositores presentes nos certames e mesmo pela AIP – Feiras, Congressos e Eventos. Na sua generalidade as conferências, seminários, workshops, sessões de trabalho e apresentações em primeira-mão registaram uma grande adesão.
Um dos eventos que marcou a realização simultânea dos dois salões foi o 1º Fórum da Construção, Imobiliário e Segurança onde marcaram presença várias personalidades nacionais mas também de países lusófonos como Angola, Brasil, Cabo-Verde e Moçambique, ligadas a entidades e empresas das áreas em foco. O Fórum ficaria marcado pela assinatura conjunta entre a Fundação AIP, a Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário e a Confederação da Construção e do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa de um protocolo de cooperação com vista a dinamizar a internacionalização das empresas portuguesas no sector da Construção e do Imobiliário.
No âmbito da internacionalização das empresas portuguesas a organização da Tektónica e da Segurex diversificou este ano a vinda de compradores estrangeiros aos certames. Para além dos hosted buyers oriundos dos países lusófonos e de países mais tradicionais para as exportações nacionais, os salões receberam também a visita de compradores de mercados tão diversos, como a Índia, Nigéria, Líbano, Rússia, Uruguai, Turquia e EUA.
Outro dos momentos altos da realização dos salões Tektónica e Segurex foi a gala de entrega dos Prémios Tektónica e dos Prémios Segurex que reuniu mais de 200 empresários nacionais e estrangeiros e representantes de entidades oficiais ligadas aos sectores da Construção e Segurança.
No âmbito dos Prémios Tektónica foram este ano distinguidas na categoria Inovação os painéis pré-fabricados GeoGreen, da Isocor, o Revi Confort, da Revigrês e a a linha “Straight”, da Utilizás. A Inarel, a Senda, a Secil e a Liftech foram as galardoadas na categoria Internacionalização. A AECOPS, a Barraferros, a Krannich Solar e o Grupo Preceram receberam a distinção na categoria Academia. Ao projecto a ‘Casa dos Portugueses’ coube a homenagem de ser distinguido com o Prémio Especial Tektónica.
O Coronel António Francisco Carvalho da Paixão foi o grande homenageado da noite nos Prémios Segurex 2013, tendo-lhe sido atribuído o Prémio Personalidade. A Itália viria a ser distinguida na categoria Internacionalização, através da Câmara de Comércio Italiana. Na categoria Inovação o prémio Segurex foi atribuído à solução ImoAccess, da FlyMinds, tendo ainda a Cervinka, a PeriPresa e o SEF recebido menções honrosas pelas soluções Car Viper, Grupo Energético Hidráulico De Bateria e RAPID. Na categoria Academia Cruz Vermelha Portuguesa, a APSEI, a Autoribeiro, a Siemens, a Escola Nacional de Bombeiros e a APTPS foram os distinguidos.
Este ano a Fundação AIP homenageou também a Autoridade Nacional de Segurança, a Marinha Portuguesa, o Exército Português, a Força Aérea Portuguesa, a Guarda Nacional Republicana, a Polícia Segurança Pública, a Autoridade Nacional de Protecção Civil, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, a Empresa de Meios Aéreos e a Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, entidades que sempre colaboraram com o Segurex com um espírito de cooperação institucional assinalável.
Gabinete de Imprensa da FIL Pedro Bento BAN, Corporate & Media Relations Liliana Ferreira
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