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24 Abril 2014

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Perto de uma Dezena de Corporações de Bombeiros Não Têm Comandante

A um mês do início da época crítica de incêndios em Portugal, a fase Charlie, perto de uma dezena de corporações de bombeiros encontram-se sem comandante. Apesar destes números, a situação é desvalorizada, tanto pela Autoridade Nacional de Proteção Civil, como pelos próprios bombeiros.

No caso concreto do distrito de Santarém, são cinco as corporações que se encontram sem comandante, mais precisamente as corporações do Cartaxo, Alpiarça, Santarém, Benavente e Salvaterra de Magos. Igualmente a corporação de bombeiros do Sardoal irá ficar sem comandante, visto que o atual comandante já pediu a reforma. Já na corporação de Lousada, assistiu-se à demissão do presidente da direção, por alegadas divergências com o comandante da corporação.

Ao Diário de Notícias, a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), declarou que “embora alguns corpos de bombeiros estejam, de momento, sem um elemento nomeado na função de comandante, em todos eles estão a decorrer as ações tendentes à sua nomeação, de acordo com o decreto-lei nº 249/2012”, sendo que a ANPC realça que o diploma “determina que a competência para a designação do elemento a exercer essas funções é da entidade detentora do corpo de bombeiros, estando apenas sujeito a homologação pela Direção Nacional de Bombeiros da Autoridade Nacional de Proteção Civil”.

Já Jaime Marta Soares, presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), declarou ao Diário de Notícias que, “na falta do comandante, o comando e gestão operacional é exercida pelo segundo-comandante ou adjunto”, referindo ainda que, “na falta destes, a função será sempre exercida por um comandante interino, que será o bombeiro mais graduado no ativo”.

A ANPC esclareceu ainda ao Diário de Notícias que, “as saídas dos comandantes ocorrem de duas formas: a pedido do próprio ou devido à não renovação da comissão de serviço por parte da entidade detentora do corpo de bombeiros”, a LBP acrescenta ainda a possibilidade de demissão por processo disciplinar.

De referir que no próximo dia 15 de maio o dispositivo de combate aos incêndios florestais vai ser reforçado para um total de 5.175 operacionais para o combate às chamas, No dia 1 de julho, dá-se início à fase Charlie, onde o alerta é máximo e passam a estar disponíveis, em todo o país, 9.697 homens, apoiados por 2.027 viaturas e 49 meios aéreos.

Apesar desta falta de comandantes em várias corporações, e a proximidade das fases mais críticas dos incêndios florestais, a ANPC garante que “a preparação exigível para prestar qualquer ação de socorro, seja ela de que tipo for, estará sempre salvaguardada”. Também a LBP não vislumbra possam existir neste aspeto, uma vez que “o comando estará sempre assegurado, mesmo que seja interinamente, pelo mais graduado”, sendo que tanto a ANPC, como a LBP, acreditam e esperam que a questão da falta de comandantes nas corporações seja resolvida no mais curto espaço de tempo.

Bombeiros do Sardoal têm novo comandante nomeado

Nuno Morgado foi nomeado o novo comandante dos bombeiros municipais do Sardoal, e vai iniciar funções no próximo dia 1 de maio.
O novo comandante, de 36 anos, já desempenhava as funções de adjunto de comando e vai substituir no cargo José Curado, que comandou os bombeiro sardoalenses durante quase duas décadas

Fonte: Rede Regional

23 Abril 2014

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Aleitamento de mais de 3 meses reduz risco cardiovascular

Os bebés amamentados por mais de três meses têm menos probabilidade de desenvolverem doenças cardiovasculares na idade adulta, conclui um estudo hoje publicado.

Investigadores norte-americanos estudaram 7.000 jovens adultos e descobriram uma "ligação significativa" entre um aleitamento materno de curta duração ou baixo peso à nascença e níveis elevados de proteína C reativa (CRP), associados a um risco acrescido de doenças cardiovasculares.

A CRP é uma proteína sintetizada principalmente pelo fígado e tem um papel importante nas reações inflamatórias.

"Um aleitamento de três a 12 meses está ligado a uma baixa concentração sanguínea de CRP, da ordem de 20 a 30% por comparação às pessoas que não foram amamentadas", escrevem os investigadores da Universidade Northwestern, em Evanston, Illinois, no estudo, publicado pela revista Proceedings of the Royal Society B.

Segundo o estudo, os efeitos do aleitamento são "idênticos ou superiores" aos dos medicamentos na redução dos níveis de CRP nos jovens adultos.

O estudo concluiu também que os bebés que nascem com baixo peso têm maiores níveis de CRP em adultos.

"Bebés com mais peso à nascença e bebés que são amamentados por períodos mais longos terão níveis mais baixos de inflamação em adultos, e isso reduzirá o seu risco de ataque cardíaco e de outras doenças da idade", disse Thomas McDade, professor de antropologia na Universidade de Northwestern e líder do estudo.

O investigador admite que não se sabe o motivo desta ligação, mas os cientistas suspeitam que há alguma coisa no leite materno que melhora o sistema imunitário.

O estudo foi realizado junto de jovens adultos de 24 a 32 anos, originários de diferentes meios sociais e incluiu irmãos em que um foi amamentado e outro não, para eliminar o impacto socioeconómico.

O aleitamento exclusivo até aos seis meses é recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que o apresenta como "um dos meios mais eficazes" de assegurar a saúde e a sobrevivência da criança.

Apesar disso, a organização reconhece que menos de 40% dos bebés no mundo beneficiam do aleitamento atualmente.

Fonte: DN

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Ministério não pode obrigar médicos a prestar serviço nas viaturas de emergência, diz sindicato

SIM considera que essas funções não são da atribuição dos médicos, nem constam dos contratos de trabalho.

Novo diploma pretende resolver problema da "inoperacionalidade pontual mas reiterada" de algumas VMER. 
FERNANDO VELUDO/NFACTOS
O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) acusa o Ministério da Saúde de querer obrigar estes profissionais a cumprirem funções que não são sua atribuição, nem constam dos contratos de trabalho, num diploma sobre a gestão das viaturas médicas de emergência e reanimação. O SIM acusa ainda a tutela de publicar legislação com conteúdo laboral sem a participação das associações sindicais. Em causa está um despacho publicado esta quarta-feira que reforça as regras de gestão das VMER (viatura médica de emergência e reanimação), para garantir a sua operacionalidade permanente, assegurando o seu regular funcionamento com a garantia de qualidade, nomeadamente reduzindo os seus tempos de inoperacionalidade.

Tentando resolver o problema da "inoperacionalidade pontual mas reiterada" de algumas VMER, o secretário de Estado Leal da Costa "pretendeu tirar um coelho da cartola, fazendo publicar legislação com conteúdo laboral mas sem qualquer participação das associações sindicais médicas", afirma o sindicato numa nota publicada na sua página.

O SIM esclarece que com este despacho se pretende que os profissionais de saúde dos Serviços de Urgência dos Hospitais Polivalentes e Médico-Cirúrgicos com a formação específica em emergência médica possam ser chamados para integrar a escala da tripulação da VMER, em detrimento de outras atividades hospitalares programadas, atribuindo-se a tal chamada "um carácter de obrigatoriedade".

"Esqueceram-se, contudo, que os médicos da área hospitalar, estando obrigados a prestar Serviço de Urgência [SU], não estão obrigados a fazê-lo através da integração numa equipa de Veículo de Emergência do INEM", acrescenta, explicando que tais tarefas "não são verdadeiramente semelhantes à prestação de SU", serviço que está convencionalmente definido.

Além disso, existe ainda a questão da definição de local de trabalho, pois os médicos em regime de contrato de trabalho em funções públicas e em regime de contrato individual de trabalho têm, nos termos da regulamentação colectiva, o estabelecimento da entidade empregadora identificado no contrato de trabalho.

"Ora, não só as VMER dificilmente poderão ser definidas como 'estabelecimento', pelo menos em sentido restrito, como não são certamente pertencentes à 'mesma entidade empregadora', a não ser para os próprios trabalhadores do INEM", sublinha.

Acresce, no diploma, que a escala mensal das tripulações deve sempre indicar "elementos substitutos" em caso de falta ou impedimento, "sem que fique bem explicito a imprescindível colocação de tais elementos num regime laboral de prevenção".

O SIM salienta que a participação nas tripulações da VMER, não estando prevista contratualmente nem sendo dedicada, e sendo uma actividade de alto risco pessoal e profissional, "terá de ser sempre voluntária", o que tem acontecido.

O sindicato reitera a sua disponibilidade para negociar com o INEM e com o Ministério da Saúde toda a regulamentação laboral inerente à actividade da VMER, "tendo sempre bem presente que o INEM tem orçamento próprio e verbas que pontualmente lhe chega de cada seguro automóvel efectuado e pago anualmente".

Fonte: Público

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Explosão no Túnel de Ceuta provoca dois feridos



Uma explosão num posto de transformação na Praça D. Filipa de Lencastre, ao lado do Túnel de Ceuta, às 17:50, provocou dois feridos, um grave e um ligeiro, disse ao DN fonte dos Bombeiros Sapadores do Porto.

A mesma fonte dos bombeiros disse que o ferido está neste momento a ser socorrido por uma equipa do INEM.

Inicialmente, fonte dos Bombeiros Sapadores do Porto tinha avançado à agência Lusa a existência de um ferido.

Os dois feridos resultantes da explosão no subsolo da Praça D. Filipa de Lencastre, no Túnel de Ceuta, foram assistidos no local por equipas do INEM.

De acordo com fonte do INEM, o ferido grave tem 38 anos e tem queimaduras em 20% das vias respiratórias, enquanto o ligeiro, de 36 anos, apresenta queimaduras de primeiro grau na face.

Os dois trabalhadores que estavam no posto de transformação foram depois transportados para o Hospital S. João, no Porto.

De acordo com fonte da PSP, ambos saíram pelo próprio pé do subsolo.

Como estavam a mexer em cabos eléctricos no momento da explosão, a fonte disse que a polícia acredita isso poderá ter estado na origem da explosão.

No local estão três ambulâncias do INEM, PSP e Bombeiros Sapadores do Porto, para além de uma carrinha de apoio técnico da EDP Distribuição.

"Estamos no local à espera da EDP para cortar a corrente eléctrica para podermos investigar o que se passou", disse ao DN fonte dos Sapadores do Porto.

Fonte: DN

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DGS. Profissionais das escolas devem ter formação em suporte básico de vida

A DGS lembra que, nas escolas, os traumatismos dos membros e da cabeça são as lesões mais frequentes e que a intervenção pós-acidente é um "aspeto crítico no que respeita à segurança nos espaços educativos"


A maioria dos profissionais de educação das escolas deve ter formação em suporte básico de vida, sugere o Programa Nacional de Saúde Escolar -- 2014, colocado hoje em discussão pública.

"É importante que a escola disponha de um local próprio para primeiros socorros e que a maioria dos profissionais de educação possua formação em suporte básico de vida", refere o documento.

A DGS lembra que, nas escolas, os traumatismos dos membros e da cabeça são as lesões mais frequentes e que a intervenção pós-acidente é um "aspeto crítico no que respeita à segurança nos espaços educativos".

As equipas de saúde escolar devem aumentar as competências da comunidade escolar na avaliação da criança vítima de acidente e prestação de primeiros socorros.

Deverão para isso criar recursos de apoio à formação sobre primeiros socorros e suporte básico de vida (SBV).

Além dos profissionais, também as crianças a partir dos 10 anos são capazes de aprender e aplicar técnicas de SBV: "esta formação precoce reduz a ansiedade sobre os possíveis erros e aumenta acentuadamente a disponibilidade para ajudar".

Segundo dados citados no documento da DGS, as condições do piso das escolas contribuem para quase metade dos acidentes escolares e entre 25 a 35% dos acidentes ocorrem nos recreios.

Fonte: Jornal i

Universidade do Minho lamenta acidente que matou três estudantes

A Universidade do Minho declarou, em comunicado, que lamenta profundamente o acidente que provocou hoje a morte de três estudantes e deixou três feridos, um em estado grave, perto da instituição de ensino superior.

"Ocorreu hoje, ao final da tarde, perto do 'campus' de Gualtar da Universidade do Minho, um acidente de que resultou a morte de três estudantes da Universidade e ferimentos em três outros", diz o comunicado, sem acrescentar mais detalhes.

"A Universidade do Minho lamenta profundamente o sucedido, apresenta às famílias dos estudantes falecidos as suas mais sentidas condolências e exprime a sua solidariedade para com todos aqueles que foram afetados por esta tragédia", afirma o documento, assinado pelo reitor da universidade, António M. Cunha.

A PSP disse à Lusa que está a investigar a hipótese de a morte de três estudantes da Universidade do Minho, na queda de um muro hoje em Braga, ter ocorrido após uma disputa amigável entre alunos.

Estudantes da Universidade do Minho relataram à Lusa que o muro cedeu após "uma guerra de cursos entre universitários de Engenharia Informática e de Medicina".

Segundo estes relatos, no seguimento de um despique amigável e das provocações entre os universitários dos dois cursos, os alunos de Engenharia Informática subiram pelas caixas de correio embutidas no muro, no topo do qual se encontravam os estudantes de Medicina, e a estrutura cedeu.

Contactada pela agência Lusa, fonte da PSP disse que essa "é uma hipótese que está a ser investigada" pela polícia.

O Presidente da Associação Académica da Universidade do Minho disse apenas à Lusa que é preciso aguardar as averiguações das autoridades para se apurar o que se passou.

"Vamos aguardar o resultado das averiguações da polícia antes de fazer mais comentários para evitar conclusões precipitadas", afirmou Carlos Videira, recusando-se a dar pormenores sobre o que motivou o acidente.

A queda do muro junto à Universidade do Minho, em Braga, matou três estudantes e feriu três, segundo a Proteção Civil, que anteriormente tinha apontado a existência de quatro feridos.

O acidente registou-se às 19:44.

Fonte: DN

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Estado terminou protocolo com Hospital da Cruz Vermelha



O Estado terminou o protocolo com o Hospital da Cruz Vermelha, não estando previsto o encaminhamento de doentes este ano, revelou à Lusa fonte da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo e da unidade de saúde.

Nos últimos anos, os valores do protocolo tinham diminuído: 21 milhões de euros em 2010, 14 milhões em 2011 e 7,6 milhões de euros em 2012 e 2013.

Para 2014 não está previsto qualquer valor, informação avançada pela ARS de Lisboa e Vale do Tejo e também por fonte do Hospital da Cruz Vermelha.

Fonte da unidade de saúde adiantou que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) continua a encaminhar doentes para outras instituições a preços que, garantiu, são mais elevados.

Em novembro de 2012, num despacho publicado em Diário da República, o Estado justificava a celebração do protocolo com o Hospital da Cruz Vermelha Portuguesa (no valor de 7,6 milhões de euros) com o facto de o Serviço Nacional de Saúde não ter "suficiente capacidade instalada" em áreas como cirurgia pediátrica cardiotorácica.

No despacho lia-se que ARS de Lisboa e Vale do Tejo tinha procedido à "avaliação das necessidades para as quais o SNS não possui ainda suficiente capacidade instalada que permita conferir resposta às crescentes necessidades dos utentes" da região "em tempo adequado".

Esta avaliação revelou "indispensável a celebração de um acordo de cooperação com a CVP, nomeadamente nas áreas do rastreio da retinopatia diabética, do cancro da mama, da cirurgia pediátrica cardiotorácica, da oftalmologia, da ortopedia e da cirurgia vascular".

Fonte: RTP

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GNR intensifica amanhã fiscalização ao uso do cinto de segurança e telemóvel

A GNR vai intensificar, na quinta-feira, em todo o país, a fiscalização ao uso dos cintos de segurança, cadeirinhas de crianças e utilização do telemóvel durante a condução, indicou hoje a corporação.

Para a operação, denominada "Anjo da Guarda", vão estar mobilizados 1.210 militares dos comandos territoriais e da Unidade Nacional de Trânsito da GNR, que vão realizar 527 ações "especialmente direcionadas" para as vias situadas no interior das localidades e na proximidade de escolas, locais onde este tipo de infrações é mais frequente.

Em comunicado, a GNR refere que as estatísticas dos acidentes de viação ocorridos em Portugal continuam a apresentar números preocupantes no que se refere ao transporte de passageiros nos bancos da retaguarda, sem fazerem uso de cadeirinhas para crianças.

A Guarda Nacional Republicana adianta que a utilização do telemóvel durante a condução é outro comportamento de risco, tendo em conta que distrai o condutor e interfere no bom desempenho da condução.

Fonte: DNotícias.pt

Três mortos e três feridos em queda de muro em Braga


Três estudantes da Universidade do Minho morreram e outros quatro ficaram feridos devido à queda de um muro numa zona residencial de Braga, perto do campus da instituição.

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Braga confirmou ao DN que o desabamento de um muro na Praceta do Vilar, numa zona residencial da cidade, fez três mortos e quatro feridos. O acidente ocorreu perto das 20.00.
As vítimas eram estudantes de informática da Universidade do Minho - a zona onde o acidente ocorreu fica junto ao campus de Gualtar.
Os feridos foram levados para o Hospital de Braga, onde deram entrada no serviço de urgência: são três rapazes com ferimentos sem gravidade.
Segundo um morador disse ao DN, os jovens estavam todos a cantar e alguns subiram para cima de um muro com cerca de dois metros, com caixas de correio, que acabou por desabar. As vítimas mortais foram atingidas pela derrocada. As caixas de correio estavam ao abandono.
Felisbela Lopes, pró-reitora da Universidade do Minho, esteve no local, mas disse que a instituição não vai fazer qualquer comentário sobre o acidente enquanto não forem apurados todos os factos.
Em comunicado, o reitor António Cunha "lamenta profundamente o sucedido, apresenta às famílias dos estudantes falecidos as suas mais sentidas condolências e exprime a sua solidariedade para com todos aqueles que foram afetados por esta tragédia".

 Fonte: DN

RUI GOUVEIA DEMITE-SE

Rui Gouveia demitiu-se de segundo comandante dos Bombeiros Voluntários do Fundão, cargo que assumiu em Maio do ano passado por proposta do então comandante da corporação António Antunes. Sem comandante desde a morte de António Antunes, Rui Gouveia assumiu a liderança do corpo activo até ontem quando entregou a carta de demissão à direcção.

Rui Gouveia entendia que estava na hora da direcção nomear um comandante, a direcção entende que ainda não é o momento indicado para fazer essa escolha.
Um impasse que levou Rui Gouveia a apresentar a demissão e os soldados da paz a convocarem uma reunião com a direcção que aconteceu esta noite no salão da associação.
No final do encontro, o presidente da direcção não quis prestar declarações mas adiantou à RCB que acaba de nomear um comando interino com os adjuntos de comando Sousa e Moreno, a exemplo do que aconteceu aquando da doença de António Antunes.

A direcção pretende desencadear o processo de escolha de um comandante, se possível ainda antes do Verão, acrescenta António Rodrigues.

Fonte: RCB

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